Valdir do Carmo, poesia
A evocação das lembranças e mazelas do sertão através da poesia social do santoamarense Valdir do Carmo.
São seis horas da tarde
hora triste e remota
para quem ainda mora
e sonha com a glória.
Hora em que nas grutas
gemem as tristes juritis
hora em que o vento chora
lá para as bandas da serra.
(Primeira edição esgotada, exemplares da 2ª edição diretamente com o autor)